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Alagoas pré-colonial: pesquisas acham urna funerária de 900 anos na Serra da Barriga

Em um tempo em que as navegações portuguesas ainda estavam longe de alcançar terras de outros continentes, quando a civilização brasileira ainda era desconhecida do resto do mundo, a história do país já estava sendo contada, por meio das tradições dos povos indígenas que aqui habitavam.

 

Entre os séculos 11 e 12, anos de 1001 a 1200, muito antes das caravelas de Cabral atracarem no nosso litoral, os índios praticavam e transmitiam seus saberes, sua cultura e seus credos, que vêm sendo descobertos ao longo dos últimos anos, e surpreenderam pesquisadores esta semana, mais uma vez, em Alagoas.

Na região da Serra da Barriga, em União dos Palmares, uma urna funerária de aproximadamente 900 anos foi encontrada por pesquisadores da área da arqueologia durante escavações autorizadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

 

De acordo com o professor e arqueólogo Scott Allen, coordenador do trabalho, já são dez urnas similares encontradas na região desde 1996, quando foram iniciadas as pesquisas por lá. Os achados mostram que se trata de um sítio arqueológico pré-colonial, ou seja, de antes da chegada dos portugueses ao Brasil.

A idade dessas urnas foi reconhecida a partir de informações anteriormente colhidas no sítio e através de técnicas como a termoluminescência, que trabalha com o uso de luz e do calor, e o paleomagnetismo, que utiliza informações de épocas geológicas passadas.

 

 

Com isso, é possível saber que entre 900 e mil anos atrás, a área foi ocupada por um grupo indígena. “A urna é um tipo de vasilhame da tradição arqueológica aratu, que se refere não a um povo indígena especifico, mas é uma classificação [dos achados] que usamos na arqueologia”, explica Scott.

Os objetos encontrados ainda não têm um destino determinado. O professor explica que União dos Palmares possui o Centro de Arqueologia Palmarina, que funcionava na casa do poeta Jorge de Lima, mas está fechado devido a problemas estruturais do imóvel.

Os pesquisadores, junto às instituições que participam do trabalho por meio de parcerias e convênios, avaliam para onde o material será levado, mas a ideia é que não saia do município, onde deve ser objeto de pesquisa e visitação de professores, estudantes e turistas.

“A intenção é que todo o material da Serra e região dos quilombos permaneça no Centro Arqueológico Palmarino. Em casos específicos, pode ir para Recife ou Maceió para análises mais detalhadas, mas voltam para União dos Palmares”, afirma.

O trabalho tem o envolvimento da Universidade Federal de Alagoas, Universidade Federal de Pernambuco, Estado de Alagoas, Prefeitura de União dos Palmares, Museu de História Natural e Centro Arqueológico Palmarino.

O Iphan é o órgão responsável por fiscalizar e acompanhar a pesquisa, mas procurado pelo TNH1, informou que ainda não tem informações sobre os achados recentes e irá aguardar relatório dos pesquisadores.

 

Fonte: Tnh1

 

 

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